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riscos_e_rabiscos

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A Gastar Solas De Sapatos!

 

Começa a sentir-se um calorzinho, as roupas mais leves são bem vindas e até os pés agradecem a leveza de uns sapatos e meias mais frescas.
 
Entrando no espírito da primavera, já aliviei um pouco a roupa mas cheguei à conclusão de que preciso de uns sapatinhos para esta nova época que está a entrar. Os sapatinhos do ano passado já estão a precisar de entrar nas boxes, de serem tratados como artigos “vintage”.
 
Fui dar uma volta à sapatarias aqui da zona em busca de uns sapatinhos novos, confortáveis e “em conta”, seja lá o que isto for!
Entrei na primeira, onde costumo comprar sapatos bem giros de boa qualidade e a preços atractivos. Deparo-me logo com dezenas de botas. Na, não é nada disto que preciso, Já está muito calor para os meus pobres pezinhos. Prossigo o passeio pelas prateleiras da sapataria e começo a ver saltos altíssimo e fininhos, quase agulha. Não pode ser. Desde que fracturei o pé não aguento sapatos altíssimo e muito menos saltos agulhas. Depois há que lembrar que trabalho todo o dia em pé e que ando de transportes públicos. Meus ricos pézinhos!
 
A seguir veio a secção dos … err… “plásticos”?! Dei meia volta e fugi. Ora logo eu que fico com os pés cozidos, fritos e assados com sapatos que não sejam de pele! Vá de metro Satanás dos plásticos!
Resumindo: uma das minhas sapatarias preferidas só tinha saltos agulha e plásticos!!! E depois não se admirem de não vender nada. Pudera! Para comprar plásticos, ia antes à loja dos 300 comprar uns alguidares e fazia umas engenhocas para os transformar em “sapatos”. Humpf! Sempre saia mais baratos e tinham um design exclusivo e original… ahahahah!
 
Sapataria número dois. Montra miserável, entrei a medo. Secção de plásticos e chinelada assim de chofre quando entramos. Mais meia dúzia de passos e lá vejo uns sapatos aceitáveis. Aceitáveis, não… tinham os malditos saltos! Opa, não acredito! Fiquei logo desmotivada. Depois vieram os sapatos com cara de sapo e matarruanos e os restos de há 10 anos trás. Bom, restou-me abandonar a loja desolada.
 
Passei pelas restantes sapatarias mas era tudo do mesmo género. Acabei por rumar a casa, tentando convencer-me que para a semana já haveriam sapatos da nova colecção bonitinhos, de saltos variados e acessíveis. Mais uns diazinhos de botas e de sapatos “vintage” não fazem mal a ninguém, pois não?
 
 
P.S. – Onde se reclama destas coisas? Não sabem que estes altos fazem muito mal à coluna?!?

 

Máscara De Carnaval

Utilizando a super trunfa que o meu Pimentinha já tem - antes que a tosquia o deixe "carequinha" - e aproveitando a época carnavalesca em que estamos, resolvi mascará-lo.

 

Depois de dar inúmeras voltas à cabeça, pensando qual o disfarce que seria mais adequado (nunca esquecendo a sua trunfa), cheguei à conclusão que seria este:

 

 

"Tá tudo fixe, meus?!"

 

Digam lá que não ficou um must!!!

 

Sem Mãos a Medir…

… com tanto trabalho. Eu sabia que dois colégios e nove turmas me iam dar água pelas barbas, but life goes on…! E não, não desapareci!

 

Uma sucessão de actividades trabalhosas dá nisto. Primeiro o dia de S. Valentim e a feitura dos cartões próprios do dia. Mas este ano não me aventurei a fazer coisas muito elaboradas senão ainda hoje estava enfiada nalguma sala de aula. Quer dizer, não resisti e fiz numa das turmas…

 

Seguem-se as máscaras. E sabem que mais? É difícil como o caraças encontrar máscaras de papel engraçadas para imprimir e fazer. Lá consegui arranjar algumas giras depois de uma exaustiva busca e de scanerizar outras que tinha. É que eu depois tenho a mania de ser perfeccionista nestas coisas: não posso fazer coisas iguais para todas as turmas e muito menos iguais às do ano passado. Isto significa montes de trabalho extra.

 

Depois vem os testes de avaliação. Esta é que é a parte mais dolorosa. Para além de os fazer, ainda vou ter que os ver… chuif! E não me apetece mesmo nadinha. Sabem o que vai acontecer?! Vou ter que os ver no fim de semana do Carnaval. Em vez de “descansar” vou ter que ficar com os olhos em bico de ver tanto teste.

 

Alguém quer dar uma ajudinha?!

 

16 Things You Should Know About Me

 Cá vai mais um desafio...

 

You've been tagged! I would like to know a little more about yourself. :) Choose 16 random facts about you and then send it to 16 persons.

 

 

1. Tenho medo do escuro. Detesto estar num local onde não se vê um palmo à frente do nariz e muito menos dormir num quarto com persianas cerradas. Fico totalmente desorientada – não me perguntem porquê - e não consigo dormir.

 

2. Tenho medo de trovoadas. Ah pois tenho! Quando era miúda enfiava os dedos nos ouvidos e ninguém mos conseguia tirar de lá! Hoje tenho um auto controle diferente porque já sou grandinha né? E quando estou a dar aulas e começam aquelas trovoadas de abanar tudo? Fico amarela mas lá me aguento.

 

3. Tenho a mania das unhas arranjadas. Detesto ver mãos não cuidadas e sou muito comichosa com as minhas mãos e unhas. Enfim, manias de gaija!

 

4. Adoro perfumes. Não saio de casa sem uma borrifadela. E se me esquecer fico todo o dia a pensar sobre o assunto. Argh!

 

5. Uso lentes de contacto. Tenho um problema nas minhas córneas chamado queratocone – deformação na córnea - e que me tem dado grandes desgostos, uma vez que me faz a vida negra para me adaptar às lentes de contacto.

 

6. Sou fanática por material escolar. Adoro lápis, canetas, cadernos e blocos. Tenho várias colecções, sou pior que os putos. Têm repetidos para a troca?

 

7. Sou muito apegada às pessoas. Reajo muito mal à morte de alguém.

 

8. Adoro os meus bichinhos, o Pimentinha e o Bóbi. E sofro por antecipação sempre que penso que eles um dia vão para o céu. Estão a ver o que eu disse acima?!

 

9. Não suporto a pele do pêssego. Faz-me tanta impressão que até sinto os dentes arrepiar. Nem consigo usar malas cujo forro seja de um material que imita a pele do pêssego. Ai que arrepios!

 

10. Tenho um medo horrível de alturas. Se tiver que passar por uma passagem superior para peões, tenho de me agarrar a quem for comigo para não entrar em pânico. O pior foi quando dei aulas numa escola em que a IC19 passa à porta… e eu tinha de passar por uma passagem superior. Estão mesmo a ver que a maior parte das vezes atravessei a IC19, né? E alguém sabe explicar porque comprei uma casa no 3º andar?!

 

11. Tenho terror a agulhas. Sou incapaz de ir fazer análises ou levar uma injecção sozinha. O mais provável é eu não ir. A culpa foi de uma estúpida de uma analista que me espicaçou toda. De tal forma, que a agulha ficou espetada no meu braço a esguichar sangue depois da seringa se despegar dela. Argh!

 

12. Há duas coisas que sou incapaz de fazer sozinha: ir à praia e ao cinema. São duas actividades que, na minha opinião, requerem companhia. É preciso alguém com quem possamos compartilhar uma ideia, uma opinião, um comentário, um prazer…

 

13. Fui filha única durante demasiado tempo e odiava sê-lo. Sempre me senti sozinha e sentia a falta de uma companhia.

 

14. O meu único irmão é mais novo do que eu 15 anos. E eu brigo com ele por causa do excesso de protecção maternal.

 

15. Várias vezes passei por mãe do meu irmão. Por causa da diferença de idades, muitas pessoas pensavam que o meu irmão era meu filho.

 

16. I love shoes! Sempre adorei sapatos e botas e sandálias. Quando era mais “nova” (lol!) tinha um par de cada cor para condizer com a roupa. E isto agudizou-se nos anos 80 quando eu quis ser estilista. Hoje, tesa como ando, já não há tanta fartura…chuif!

 

Eina Tantos Prémioooos!!!

 

 

 

 

Como já me vem habituando - mal cof! cof! cof! - a minha amiga Bichana presenteou-me com tantos prémiozinhos! 

Depois não digam que eu sou uma mimada!

 

Não vou passar estes prémios a ninguém em especial pois toda a gente já o deve ter no seu blog. NO ENTANTO (isto é mesmo para ler em voz alta), se alguém ainda não os tiver, são uma oferta minha!

Aventura Rocambolesca!

 

Sempre que vou para o meu colégio “mais velho” apanho sempre o bus das 14.25m. Assim como eu, a maioria das pessoas que aí embarcam são habitués. É como uma grande família que ali entra aquela hora mas onde ninguém diz nada a ninguém. Todos se conhecem mas ninguém se fala…

 

Um dia destes chovia a cântaros e há uma velhota que entra no bus. Vinha carregada com um carrinho de compras e com o chapéu-de-chuva aberto. Tal como estava, assim entrou. Mesmo que digam que chapéus-de-chuva abertos em casa dão azar… Suponho que esta superstição também se deve aplicar a camionetas.

 

Mais à frente entra um velhote, que é daqueles velhotes empregados pelas Câmaras Municipais para ajudar as crianças a atravessar as ruas quando saem das escolas, que tem um ar plácido e meigo e que se senta sempre no mesmo lugar.

 

Quis o destino que a velhota do chapéu-de-chuva e o velhote saíssem na mesma paragem. Mas enquanto a velhota saia pela porta da frente, o velhote descia pela porta de trás. Até aqui tudo bem.

O pior é que a velhota nunca fechou o chapéu-de-chuva e ao sair com toda a sua traquitana, ficou entalada na porta.

 

Perante os “ai, ai, ai” da velhota, o motorista todo aflito e atrapalhado, fecha as portas para desentalar a velhota. E é aqui que a coisa se dá. Para desentalar a velhota, entalou o velhote!!!

Quando finalmente sintoniza as portas e os desentalanços, o velhote sai da camioneta e solta um valente “C….lho!” e ainda se vira para o motorista e diz “você está bêbado ou quê?!”

 

O meu queixo caiu ao chão pois nunca imaginei que o velhote proferisse uma obscenidade destas… É que ele tem um ar tão angelical! De início ficou tudo estupefacto e sem reacção mas após o choque inicial, caiu tudo numa risota à socapa! Eheheheh!

 

 

 

$=%(&= das Velhas Gaiteiras!!!


Opa, vem uma Pessoinha descansadinha (ou melhor, cansadinha do trabalho), entra no bus e é impedida de passar por duas “velhas” alienadas!

 

Põe-se ali no meio do caminho, não passam nem deixam passar, conversam que se desunham e estão a borrifar-se para os terceiros que vão ali empacotados.

 

Ora me, myself and I, querendo livrar-se daquelas gralhas peganhentas, pediu licença e tentou esgueirar-se por uma nesga entre a gralha aluada nº1 e o varão do bus. Então não é que o raio da gralha ocupou, isto é, alapou-se no corredor todo não deixando ninguém passar?!

 

Cheia de salamaleques e delicadezas, lá pedi mil licenças para passar e sentar-me num dos imensos lugares vagos, quando a gralha se armou em “elefanta”, me deu uma trombada e eu fui aterrar no vidro do bus junto ao banco!!! E pior… magoei o meu joelho que me doeu tantinho e só me apeteceu guinchar de dores. Mas calei-me e instalei-me.

 

Aí sim, assisti de camarote, na primeira fila às peripécias das duas gralhas aluadas. Mas desta vez quem se riu fui eu: a gralha nº 1, tendo chegado à sua paragem, em vez de sair, sentou o seu backside!!!

 

Haja paciência pra velhas gaiteiras!